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Estou no Jornal Hoje em Dia na matéria: "Álbum de memórias: fotografias do cotidiano ajudam a construir e perpetuar lembranças"





Quando a @patriciafsdumont me procurou ela estava em busca daquelas fotos antigas de famílias que contavam mais sobre suas histórias. Ela viu no meu trabalho sobre Fotografia Documental de Famílias um resgate a esse tempo. Para mim foi uma alegria participar dessa reportagem pois acredito que o maior valor da fotografia são sim as memórias que elas nos deixam e é esse o maior propósito do meu trabalho.


Não somos ninguém sem nossas histórias, somos feitos delas, e a fotografia é a melhor ferramenta para que possamos resgatá-las!


Segue o #Repost da Patrícia e do @jornalhojeemdia


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"📲 QUE PAPEL A FOTOGRAFIA TEM NA SUA VIDA? 📷 Já parou pra pensar nisso? Nessa matéria, abordamos os cliques do cotidiano mais do que como simples registros do dia a dia, verdadeiros instrumentos capazes de criar, estimular e perpetuar memórias.

Quem nunca viu uma foto antiga e se transportou direto para aquele dia, lembrando do momento exato em que foi tirada, da relação com as pessoas que aparecem nela e até do que sentia na hora em que a imagem foi capturada?"

“Ela serve para registrar momentos, histórias, mas, principalmente, para construir e trazer à tona memórias. Criada oficialmente há mais de 200 anos, a fotografia é instrumento valioso na concretização de vínculos afetivos. É por meio dela, sobretudo a despretensiosa, espontânea, captada no cotidiano, que somos capazes de rememorar e eternizar passagens importantes da vida.

Há quem mergulhe tão profundamente numa foto que até a sensação experimentada naquele momento vem à tona. A pesquisadora e escritora Ana Paula Rubert Alves de Azevedo, de 38 anos, tem usado uma “caixinha de memórias” para acalentar os corações, dela, do marido e da filha, nesses tempos de isolamento social. “Conseguimos acessar esse lugar de encontro com o passado – com pessoas e momentos felizes – e que esperamos reencontrar lá na frente, passada a pandemia”, reflete.

Responsável pelos registros a que se refere Ana Paula, a fotógrafa @adrianacostafotos acredita que clicar momentos significa resguardar memórias. “Para as crianças, principalmente, é importante ter memórias palpáveis da infância e dos familiares. E a fotografia é uma das melhores maneiras de se fazer isso”, diz.

Especialista em registro documental, a fotógrafa @lucianacastrofotografia conta que nunca pede um sorriso, um abraço ou um tipo específico de roupa, por exemplo. O objetivo é que as “cenas” retratadas sejam fiéis à história por trás daquele contexto. "Não é um ensaio posado. Tudo são memórias, repletas de detalhes, e vai passar”, coloca a fotógrafa.

Psicóloga sistêmica familiar com atuação em Belo Horizonte, @psicologadanielasalum acredita que as imagens que capturamos ao longo da vida também ajuda a concretizar a imaginação. "Quando vemos a fotografia daquele momento, automaticamente construímos a história, aquela situação”, exemplifica a profissional.


Com contribuições das fotógrafas @adrianacostafotos e @lucianacastrofotografia, especialistas em registros documentais, e da querida psicóloga @psicologadanielasalum.


O texto completo está no hojeemdia.com.br/plural com uma galeria de fotos lindas para nos inspirar a nunca perder os importantes momentos da nossa vida." 


Abaixo segue em detalhe as duas páginas dessa reportagem no Jornal Hoje em Dia: